Em 1969, uma multidão estimada em meio milhão de jovens reuniu-se para ouvir música e pregar o amor e a paz numa fazenda dos Estados Unidos. Enquanto isso, o homem pisou pela primeira vez na lua.
O festival de Woodstock e a Missão Apolo 11 estão eternizados na história. Eterno, também, tornou-se um gol, feito de pênalti, em 19 de novembro daquele ano. O palco, o Maracanã, um templo do futebol; o autor, um rei. Melhor jogador de futebol da história, Pelé marcou, naquela agradável noite carioca, o milésimo gol de sua carreira.
Quatro décadas depois, ninguém esquece aquele gol. Nem Pelé esqueceu de algo que lhe aconteceu uma única vez na sua vida dentro dos gramados, justamente naquela noite: o rei tremeu. “Lembro
que, depois de experiente, eu senti o joelho e as pernas tremerem na hora de bater uma penalidade”, recordou. “Foi difícil. Eu tinha perdido alguns pênaltis.
que, depois de experiente, eu senti o joelho e as pernas tremerem na hora de bater uma penalidade”, recordou. “Foi difícil. Eu tinha perdido alguns pênaltis. Pensei na hora que aquele eu não podia perder porque o Maracanã inteiro gritava ‘Pelé, Pelé, Pelé’. E eu não podia decepcionar o povo brasileiro. Só deu a tremedeira. Graças a Deus fiz o gol.”Pelé estava mesmo ansioso naquele jogo com o Vasco.
Todos lhe cobravam pelo gol 1.000, por entenderem que estava demorando a sair. Nem tanto. Num amistoso contra o Botafogo da Paraíba, ele fizera o de número 999. Depois, virou goleiro, pois Aguinaldo havia se machucado - dizem também que ele saiu da linha por ter percebido que o goleiro paraibano deixaria um chute seu entrar, para que ele e o Estado nordestino levassem a fama, e assim o rei não queria... E três dias antes do jogo com o Vasco, numa partida na Fonte Nova, Pelé driblou um zagueiro e o goleiro do Bahia e tocou para o gol, mas o zagueiro Nildo salvou em cima da linha - e Nildo foi vaiado pelo estádio inteiro por cumprir sua obrigação...
(com informações da Tribuna do Norte)



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