O ex-diretor geral do Senado, Agaciel Maia, volta a ser manchete dos jornais. Dessa vez a descoberta foi feita pelo Tribunal de Contas da União, que identificou uma conta no valor de R$ 2 milhões, em nome de Maia.
O valor é totalmente incompatível com os rendimentos do ex-diretor geral do Senado.
Veja a matéria da Folha de São Paulo:
A investigação do TCU (Tribunal de Contas da União) sobre o patrimônio do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia revelou que ele manteve até o ano passado R$ 2 milhões numa conta da CEF (Caixa Econômica Federal), informa reportagem Andreza Matais, Adriano Ceolin e Leonardo Souza, publicada nesta terça-feira pela Folha.
Segundo a reportagem, o valor foi considerado incompatível com os rendimentos do ex-diretor-geral pelo ministro sorteado para analisar o caso, Raimundo Carreiro. O ministro, no entanto, abandonou a relatoria por discordar da avaliação da área técnica do tribunal, que, por sua vez, não identificou irregularidades.
Agaciel passou a ser investigado pelo TCU após a Folha ter revelado, em março, que ele ocultou da Justiça ser dono de uma casa avaliada em R$ 5 milhões.
“Não concordei com a forma do cálculo que fizeram para concluir que ele poderia comprar a casa. Foi por isso que devolvi [o caso], e não porque ele é meu amigo ou meu inimigo. Isso para mim não tem problema algum, não me sentiria desincompatibilizado por isso”, disse o ministro do TCU.
Aroldo Cedraz é o novo relator do caso, e deve seguir a orientação da área técnica do TCU. A reportagem não conseguiu falar com Agaciel.
O valor é totalmente incompatível com os rendimentos do ex-diretor geral do Senado.
Veja a matéria da Folha de São Paulo:
A investigação do TCU (Tribunal de Contas da União) sobre o patrimônio do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia revelou que ele manteve até o ano passado R$ 2 milhões numa conta da CEF (Caixa Econômica Federal), informa reportagem Andreza Matais, Adriano Ceolin e Leonardo Souza, publicada nesta terça-feira pela Folha.
Segundo a reportagem, o valor foi considerado incompatível com os rendimentos do ex-diretor-geral pelo ministro sorteado para analisar o caso, Raimundo Carreiro. O ministro, no entanto, abandonou a relatoria por discordar da avaliação da área técnica do tribunal, que, por sua vez, não identificou irregularidades.
Agaciel passou a ser investigado pelo TCU após a Folha ter revelado, em março, que ele ocultou da Justiça ser dono de uma casa avaliada em R$ 5 milhões.
“Não concordei com a forma do cálculo que fizeram para concluir que ele poderia comprar a casa. Foi por isso que devolvi [o caso], e não porque ele é meu amigo ou meu inimigo. Isso para mim não tem problema algum, não me sentiria desincompatibilizado por isso”, disse o ministro do TCU.
Aroldo Cedraz é o novo relator do caso, e deve seguir a orientação da área técnica do TCU. A reportagem não conseguiu falar com Agaciel.
( Com Informações da Tribuna do Norte e Folha de São Paulo)



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