O MEC (Ministério da Educação) anunciou nesta quinta-feira (1º) que vai gastar entre R$ 20 e R$ 30 milhões a mais com a nova impressão do Enem. O preço total do exame é de R$ 110 milhões, segundo a assessoria de imprensa do ministério. O exame, que aconteceria neste fim de semana no país, foi cancelado por conta de denúncias de vazamento.
Diante da fraude, o ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou ter pedido à PF (Polícia Federal) para investigar o vazamento. Segundo ele, o inquérito já foi instaurado.Para o ministro, o vazamento da prova é "caso de cadeia". Ele afirmou ainda que o processo de segurança vai ser revisto e que é pouco provável que a prova tenha sido furtada no MEC porque lá não existe prova impressa.
Diante da fraude, o ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou ter pedido à PF (Polícia Federal) para investigar o vazamento. Segundo ele, o inquérito já foi instaurado.Para o ministro, o vazamento da prova é "caso de cadeia". Ele afirmou ainda que o processo de segurança vai ser revisto e que é pouco provável que a prova tenha sido furtada no MEC porque lá não existe prova impressa.
Cancelamento
O MEC confirmou na manhã desta quinta-feira (1º) o cancelamento das provas do Enem que seriam realizadas no próximo fim de semana, nos dias 3 e 4 de outubro, em 113.857 salas de 10.385 escolas diferentes. A decisão foi tomada porque o conteúdo do exame vazou em São Paulo. O ministério afirma ter outra versão da prova, que deve ser realizada em até 45 dias.
O jornal O Estado de S. Paulo informou ao ministro Haddad que foi procurado na quarta-feira (30) por um homem que disse, ao telefone, ter as duas provas e que as entregaria em troca de R$ 500 mil.
Ao todo, 4,1 milhões de candidatos se inscreveram no exame, que, neste ano, tornou-se requisito para a entrada em pelo menos 40 universidades federais. Além disso, o exame é obrigatório para quem disputa uma bolsa do ProUni (Pograma Universidade para Todos).
O MEC confirmou na manhã desta quinta-feira (1º) o cancelamento das provas do Enem que seriam realizadas no próximo fim de semana, nos dias 3 e 4 de outubro, em 113.857 salas de 10.385 escolas diferentes. A decisão foi tomada porque o conteúdo do exame vazou em São Paulo. O ministério afirma ter outra versão da prova, que deve ser realizada em até 45 dias.
O jornal O Estado de S. Paulo informou ao ministro Haddad que foi procurado na quarta-feira (30) por um homem que disse, ao telefone, ter as duas provas e que as entregaria em troca de R$ 500 mil.
Ao todo, 4,1 milhões de candidatos se inscreveram no exame, que, neste ano, tornou-se requisito para a entrada em pelo menos 40 universidades federais. Além disso, o exame é obrigatório para quem disputa uma bolsa do ProUni (Pograma Universidade para Todos).
(fonte R7)



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